Criatividade: Aprendendo que não se faz tudo sozinho, e uma
boa ajuda, dá um destaque maior, que certamente resultará em um resultado, um
aplauso!”

 

 

 

          Aplausos inesperados rasgam o silêncio audacioso, folhas de
papel em branco resumem delicadamente a existência, mostrando que do nada pode
se ganhar vida. O lápis começa a rabiscar traços, linhas, quadrados, retângulos,
voltas. Começa a ser criada uma imagem do presente, do belo, do detalhe. O
lápis é amigo das mãos da criatividade, é irmão da idéia instantânea, é da
família da estratégia, como não se podem destruir pensamentos, o lápis escreve,
trazendo movimento suave, sombreando os cantos, os ângulos.


           A mão não desiste facilmente de uma idéia em mente,
aflorada, e dessa forma não larga o lápis, que insiste em escrever, em relatar,
em falar de forma escrita e visual. A mesa é o que  sustenta o acontecimento relatado, sem ela,
não há tranqüilidade! Sem falar, que a melodia do hoje é inspiração para a
criação do lápis, que faz contas, subtrai, soma e anota resultados, espero que
os resultados apresentados resultem em olhos fixados, lábios que elogiam, e em
mãos que tocam.


         O lápis não está sozinho! Ele precisa de cores, de
variedade, de atenção! Para que seu projeto escrito ganhe vida, sendo assim, romper
um grito, as mãos abrem o estojo, a um número grande de lápis de cor, a união, o trabalho em grupo. De
repente aquilo que era cinza, é gerado tonalidades, fica atraente, agradável para os
olhos, se ganha aplausos, críticas construtivas, palavras de entusiasmo… O magnífico
ganha vida!


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