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Extremo.


O extremo pra mim está eternizado
no prazer de permanecer ao seu lado.

Dividir os meus dias com os seus
dias, juntando pedaços do horizonte, colhendo a brisa, pra ver se assim sua
presença se torna imortal.

O extremo pra mim é estar no
silêncio com sua respiração, ouvir os sons de pausa, e dançar com uma melodia
incrível.

Trazendo a sensação de “Para Sempre”!

O extremo pra mim é paralisante.

O extremo pra mim é quando um
olhar encontra o brilho da menina dos olhos alheio, deixando a suave impressão
que já nos conhecemos antes…

O extremo pra mim é a palavra
escrita na alma,

Detalhando o cenário do “Amo Você

Querendo ser criança…



Às vezes me pego em
distrações que me levam pra tão longe. Perco-me no caminho dos pensamentos,
talvez eu continue, talvez não…

Às vezes a peça do
quebra-cabeça não se encaixa, às vezes a ponta do lápis se quebra, às vezes o
calor não esquenta o suficiente… Percebo então que:

 

Na verdade poderíamos
ser crianças pra sempre, nos vestir de inocência, de brincadeiras, de gestos
puros.

Eternamente
crianças…

Com sorriso no rosto,
na alma, no ser.

Brincar, bagunçar e
correr… Correr e correr!

Ficar bronzeado de
tanto ficar no quintal, na varanda.

Nos braços da avó Mariana.

Ficar na janela e obsevar de modo curioso o tempo passar, pensar que as nuvens no céu, poderiam ser algodão doce ou colchão macio pra se pular…

Pegar a gravata e a
camisa com as mangas maiores do que eu, colocar os grandes sapatos,

E arrastar…

Tudo isso pra chamar
atenção do pai.

Do Herói! Do amigo! Aquele que enxuga as lágrimas e de forma sublime demostra como é amar…

Como é bom ser
criança, como é bom roubar os doces escondidos. Como são boas as lembranças…
Do natal, das Festas, dos aniversários!

Como é bom se perder
no abraço da mãe, do carinho, do amor demonstrado com um beijo na face vermelha
de tanta folia.

Saudades do tempo de
criança, quando tudo era bem maior, e eu era apenas uma pequena atitude, uma
pequena satisfação, uma pequena decisão…

Alegria quando o
simples era uma grande riqueza, tristeza quando o não vinha em forma de frieza.

Mas o tempo passa, e
eu cresci…

E descobri.

Nada é eterno o bastante para permanecer, pois até um dia as
lembranças se escondem no escuro da passagem…

E voltamos ao pó.



O período eterno se
faz presente, em meu espaço, em minha mente, em seu ser. Não consigo despertar
do sono, que é presenciável, que é amável, que é ligeiramente correto. Declaro
da seguinte forma:

 

… Meu amor por ti
é vela acessa em noite sem luz, é multiplicável ao ponto de a pele se arrepiar.
É velocidade em ladeira, sem freios, sem paradas. Sou seu porta-sentimento,
pois já que estamos unidos, compartilhamos alegrias, lágrimas e ações. Sou objeto
que apóia as mãos. Tuas Mãos.

Meu amor por ti não é
castigo é mandamento, é legado. É atitude baseada em fatos, em ocorrências, em
definições esclarecidas na alva, em manhã de sol ardente, em fazenda distante,
no interior, na divisão da alma. Nas emoções…

 O remédio para a cura imediata é lenda, nunca
explorada. É verso inspirado e escrito à beira do rio da consciência.

O período eterno, um
dia passa, e com ele a saudade. Deixando marcas, cicatrizes no espaço da alma. No
vazio. Mas já tinha de ter passado, já tinha de ter caído no esquecimento, uma
vez que já passou.

A Coisa complicada! A
Coisa do avesso! A Coisa incerta! Um dia o nosso amor será esclarecido. Talvez
os ventos levem nosso aroma a terras do oriente, na parte sul da compreensão. Já
que meu amor por ti é travesseiro em cama quente, que se levantará de seu
repouso, levantará seus braços…

Despertará brevemente…



Minh’alma está inquieta,

 assim como o
dia lá fora, os céus resolveram chorar, não pára de liberar lágrimas de chuva,
de chuvisco, de garoa… E eu aqui sofrendo, desamparado, com frio…

 

 

**********************************************

Lembra
que sua presença é cobertor pra alma?

-Aflita, desamparada e
arrojada.

Lembra
que sua presença é lenha para os pensamentos?

-Cansados, lentos e sem
alimento.

Lembra
que sua presença é som tranquilizante para o ser?

-Atormentado, arrasado
e sem prazer.

Lembra
que sua presença é abraço sincero, envolvido em calor ao extremo?

-Do infinito, do ser e
do sentimento.

************************************************

 

 

Minh’alma está inquieta,

pra te cheirar, pra te sentir, pra te dominar. Exercer
em ti meu amor, meu manto de carinho, meu lençol de afeto…

 

falando sobre saudade…


As
lágrimas
caem,

juntamente com a chuva
fina lá fora…

A saudade chegou


sabe… que você faz tanta falta?

Sua
presença deveria ser
Eternizada
em forma de livro,

pra que eu lesse e
relesse
...

Lembrete.


Meu Amor,

 

“Tirei uma cópia das chaves , se caso,
Você chegar cedo… a cópia está debaixo do tapete.

Pode entrar …T em bolo no forno  – aquele Você gosta tanto!

Tem Coca-cola na geladeira – mas não esquece
de beber água!

Chego às 19hs…

Te amo…”

 



Por
que amas o simples?

Por
que a distância é martírio e algema que aprisiona?

Porque
os brilhos das estrelas enfeitam o lençol negro do Universo?

Porque
uma mensagem instantânea mexe com a velocidade do coração?

Por
que não entras logo na minha vida, pra que eu seja feliz completamente?

Por
que um simples toque gera em nós um arrepio imenso?

Por
que não regas meu jardim?

Por
que os portões do infinito se fecham pra os mortais?

Por
que a dor da perda é dilacerante?

Por
que me amas tanto assim?

Por
que o som da tua Voz é penetrante ao extremo?

Por
que minha alma se alegra com sua chegada?

Por
que teu cheiro é
inconfundível?



“Saia do cárcere da preocupação deixe que o
tempo continue seu trabalho, nós aprenderemos então, que tudo passa e o que
permanece é o hoje!”

 

 

As
folhas caídas ao chão são as testemunhas do tempo, do fenômeno que passa rapidamente,
levando consigo o seu ciclo, e desprendem-se das grandes árvores da preocupação,
mostrando que o simples é um detalhe fundamental na vivência dos estantes da
Vida. O tempo é sem dúvidas o “Sr do Limite”, ele governa desde que os mortais
desobedeceram às ordens divinas já estabelecidas,lá no jardim. O tempo foi criado pelo o Artesão
dos Céus, O Eterno, para impor limites os homens e ensiná-los que o tempo
determinará, quem permanece e quem parte, quem vive e quem morre. Quem planta e
quem colhe. Quem perde e quem triunfa. O tempo é ancião de Dias, e com ele aprendemos o exercício da espera.

Não
existe nenhum meio de escapar do Tempo, ele é soberano, somos obrigados a conviver
com ele á nossa sombra, do nosso lado, nos empurrando, dizendo:


Que o tempo está próximo, que o atraso vai nos pegar, que não dá tempo de tomar
um café, que os filhos estão chorando, que a empregada não limpou a casa
corretamente, que o patrão não vai com a nossa cara, que o seguro do carro está
pra vencer, que a água do planeta vai ficar escassa, que em 2012 o mundo poderá
acabar, que a velhice chegará e com ela nos levará a vitalidade… Que os
terremotos sacudirão nossa vida sentimental, que as doenças vão nos surpreender,
que as geleiras polares derreteram e morreremos com muito calor, que a fé é
pequena demais para se crer, que talvez Deus não ouça nossas preces…

Calma,
o tempo não é o vilão da questão. O vilão somos nós mesmos, o que me surpreende
é o fato de estarmos focados em nossos problemas, nas nossas preocupações.
Sendo assim, é claro que o coração não agüenta tanta pressão, né! Quem aprende
a administrar seu precioso tempo, descobre que a felicidade mora ao lado, na
casa de grama verdíssima, e que a preocupação, mora a dez quadras de sua residência,
a mente.

 

Dica de hoje: Permita que as folhas caiem, deixe que o tempo continue
seu trabalho, deixe a preocupação de lado, creia mais, faça uma prece, um
pedido aos céus, eu tenho a plena certeza que o Eterno te surpreenderá!